Benvindo a Pirenópolis
Benvindo a Pirenópolis

Agenda de Eventos

III Piri Jazz Festival

19OUTsex

/

21OUTdom

III Piri Jazz Festival

Festival de música

Em homenagem a Baden Powell

Três dias de shows ao ar livre, com atrações de vários estados brasileiros.

Baden Powell (1937-2000), um dos músicos brasileiros mais reconhecidos em todos os tempos, pelo virtuosismo com que tocava tanto o violão quanto a alma do público, Baden imortalizou composições no cancioneiro brasileiro.

PIRI JAZZ FESTIVAL tem idealização, curadoria e produção de Rubens Carvalho. O festival foi concebido com o objetivo de divulgar a música instrumental brasileira na região Centro Oeste e se consolidar como referência musical em uma cidade que já é polo de turismo e gastronomia, proporcionando acesso da população à música de qualidade em evento de grande porte.

O FESTIVAL

Com um cenário de cartão-postal no palco da festa, a musicalidade brasileira será diluída ao longo de três dias de puro jazz e inventividade musical, com apresentações de trabalhos distintos. Artistas renomados da música instrumental brasileira participam da programação, que este ano presta tributo à obra do violonista Baden Powell, um dos maiores instrumentistas da música brasileira, consagrado no mundo inteiro. Para dar continuidade ao projeto, o III PIRI JAZZ FESTIVAL aperfeiçoou sua estrutura e investiu em produção e execução com equipe altamente qualificada.

Autor de afrossambas consagrados ao lado de Vinicius de Moraes, o virtuose nas cordas do violão Baden Powell ganhou fama mundial - e deixou seu assombroso talento musical nos dois filhos, Marcel Powell e Philippe Baden Powell. E não poderia ser diferente: herdeiros do legado de Baden, Marcel e Philipe são presença confirmada nesta terceira edição do projeto, em apresentações distintas. Misturando ritmos, origens e pura brasilidade, o PIRI JAZZ FESTIVAL ainda recebe o Trio Curupira (SP), o som “de sobrevivência” do Soukast (SP/RJ), Bororó & Trio (Pirenópolis), Zé Krishna & Amigos Eternos (DF), Cama de Gato (RJ) e o canto potente e ancestral de Virgínia Rodrigues & Grupo (BA).

Contando com uma das melhores estruturas de palco, som e iluminação do país, o festival ocorrerá na Rua do Rosário e contará com oito apresentações divididas em três shows na sexta, três shows no sábado e dois shows no domingo. Com início às 20h, na sexta e no sábado, e às 19h, no domingo, cada apresentação terá 1h20 de duração. E ficará gravado não só na memória este momento de homenagear a originalidade, a emoção, o improviso e a precisão técnica com que Baden compunha letras e melodias: o evento terá captação de áudio e vídeo para posterior lançamento em DVD.

PROGRAMAÇÃO

DIA: 19/10 (SEXTA) - 20H
Zé Krishna & Amigos Eternos (DF)
Trio Curupira (SP)
Soukast (SP/RJ)
DIA: 20/10 (SÁBADO) - 20H
Bororó & Trio (Pirenópolis)
Marcel Powell (RJ)
Cama de Gato (RJ)
DIA: 21/10 (DOMINGO) - 19H
Grupo Ludere com Philippe Baden Powell (SP)
Virgínia Rodrigues & Grupo (BA)

ATRAÇÕES

ZÉ KRISHNA & AMIGOS ETERNOS (DF) - Juntando as experiências de morar por 12 anos na Índia e de ter tocado em diversos lugares do mundo (Brasil, Índia, Estados Unidos, Áustria e França), Zé Krishna produziu uma linguagem sonora que dialoga com vários estilos. A performance cosmopolita dos espetáculos convida a dançar, relaxar, pensar e a se surpreender com um som pulsante. A banda também tem marcantes influências do Reggae em seu novo trabalho, um álbum de 10 faixas autorais prestes a ser lançado. Artistas da nova geração da música brasiliense formam o time: Renato Galvão (bateria), Luiz Ungarelli (percussão/voz), Felipe Viegas (teclados), Pedro Miranda (contrabaixo/voz) e Filipe Togawa (teclados).

TRIO CURUPIRA (SP) - André Marques (piano, escaleta, flautas, rabeca, percussão), Cleber Almeida (bateria, percussão, escaleta, viola caipira) e Fábio Gouvêa (baixo, guitarra, violão, flautas, percussão) vêm exibindo para plateias do Brasil e do exterior um dos trabalhos mais criativos do gênero instrumental. A sonoridade bebe da miscigenação cultural do Brasil a partir das heranças indígena, africana, europeia e árabe. Outras características são enorme variedade de timbres e troca de instrumentos nos shows e gravações. A sonoridade é densa, a harmonia é rica e a personalidade é marcante. "Tocamos ritmos do Brasil inteiro, mas estamos abertos às influências; seja da música erudita, do jazz, da música árabe ou do flamenco", afirma André Marques. Pianista, compositor e arranjador, Marques faz parte do grupo de Hermeto Pascoal e foi citado em jornais como “The New York Times” e “The Guardian”. Destaque no Rock In Rio - Lisboa, o trio teve o CD “Pés no Brasil, cabeça no mundo” indicado ao Grammy Latino de 2008 e ao Prêmio da Música Brasileira em 2009. Elogiada pela crítica, a marca da pluralidade está impressa em outros trabalhos dos instrumentistas, como o CD “Janela”, e em turnês exitosas na Argentina e nos Estados Unidos. Em 2016, o grupo lançou o seu quinto CD, comemorando 20 anos de existência - e com participação de grandes nomes da música brasileira, como Hermeto Pascoal, Hamilton de Holanda, Raul de Souza e Jane Duboc.

SOUKAST (SP/RJ) - Fechando a primeira noite do festival (sexta, 19), o Soukast (duo de percussão formado por Simone Sou e Guilherme Kastrup) utiliza os mais diversos objetos e instrumentos - baterias, tambores, vidros, panelas, tampas - para construir composições com elementos da música tradicional brasileira, como jongos, congadas, cantos de Orixás. E o compositor e arranjador Benjamim Taubkin encontra e cria harmonias, contracantos e improvisos no piano, em um fluido diálogo com a percussão e os ritmos que Simone e Guilherme apresentam. A parceria entre o Soukast e Taubkin surgiu a partir de um convite feito ao pianista para participar de um concerto do duo. O resultado musical e a interação no palco iniciaram a parceria em diversas apresentações e na gravação de “Sons de Sobrevivência”, álbum que saiu nos EUA pelo selo Adventure Music e foi executado em várias rádios. Desde 2010, os três realizam diversos concertos, inclusive em um projeto especial na série de 2011 ao lado da Orquestra Jazz Sinfônica e em 2013 com a Tunkustler Orchestra na Áustria.

BORORÓ & TRIO (PIRENÓPOLIS) - Abrindo o segundo dia do Piri Jazz Festival, o Bororó & Trio apresentará um show instrumental intitulado “Imagens da Alma”. No repertório, canções autorais, como “Red River”, “Caminhos das pedras“ e “Elo”, além de releituras de grandes ícones da música brasileira - de Edu Lobo a Milton Nascimento e Gilberto Gil. O grupo é formado pelos músicos Bororó Felipe (baixo), Ricardo de Pina (bateria), Rosinaldo (sax e flauta) e Genysonn Ponce (teclado).

MARCEL POWELL (RJ) - Discípulo direto da mais relevante escola violonística da MPB, criada e ensinada diretamente por seu pai Baden Powell, Marcel Powell é sinônimo de um violão vertiginoso, elegante e refinado. Talento exaltado pela crítica especializada, Marcel apresentará um trabalho de violão solo que respira referências musicais e vivências pessoais. O lado compositor aflora de forma mais contundente, desfilando melodias criadas ao longo da carreira. ‘’Sempre Alegre’’, por exemplo, é inspirada na esposa Karla e explora o ritmo do samba. ‘’Paz nas águas’’ sugere reflexão e calmaria. “Dia Branco’’, composição de Geraldo Azevedo, é releitura para violão com densas camadas de acordes e toque quase seresteiro. O repertório do projeto também contempla clássicos como ‘’Doce de Coco” (Jacob do Bandolim), “Estácio Holly Estácio” (Luiz Melodia) e “Sou Você’’ (Caetano Veloso). ‘’Valsa de Verão’’, uma valsa concerto para bandolim, composta pelo compositor curitibano Daniel Migliavacca, imprime contemporaneidade ao trabalho. Com o pai, Marcel gravou dois discos, “Baden Powell e filhos” (quando tinha apenas 15) e “Suíte Afro-Brasileira”, ambos ao lado do irmão, o pianista Philippe Baden. O músico busca plena liberdade de expressão musical, evitando prisões a gêneros ou fronteiras de épocas.

CAMA DE GATO (RJ) - Com seis CDs na bagagem, o grupo instrumental Cama de Gato foi fundado em 1985 pelos músicos Pascoal Meirelles (bateria) e Mauro Senise (sax e flauta). Até 1994, lançou três CDs, tendo o primeiro - ”Cama de Gato” - vendido mais de 75 mil cópias - um feito para a música instrumental brasileira. A partir de 94, Jota Moraes assume os teclados e introduz o vibrafone em algumas faixas, o que dá ao som do grupo uma cor especial. Neste mesmo ano, Mingo Araújo se junta ao Cama de Gato, acrescentando sua percussão cheia de brasilidade. Mais dois CDs são lançados: “Dança da Lua” e “Amendoim torrado”. Em 2003, sai um novo disco, “Água de chuva”. Formado por Jota Moraes (teclados), Mauro Senise (sax e flauta), Pascoal Meirelles (bateria), André Neiva (baixo) e Mingo Araújo (percussão), o grupo também fez três shows memoráveis no Free Jazz; no festival de jazz de Aruba, no Caribe; no Malta Jazz Festival, na ilha de Malta; e no Jazz at Juan, em Juan les Pins, na França. Outra atividade paralela são os workshops. Em cada cidade, músicos e estudantes procuram o grupo a fim de conhecer o processo de criação e os métodos musicais.

GRUPO LUDERE COM PHILIPPE BADEN POWELL (SP) - O Ludere, quarteto instrumental criado em 2015 pelo pianista Philippe Baden Powell (piano), Rubinho Antunes (trompete), Bruno Barbosa (contrabaixo) e Daniel de Paula (bateria), apresentará seu segundo disco, intitulado “Retratos”. O trabalho foi lançado pelo novo selo de jazz contemporâneo brasileiro Blaxtream, gravado em Ribeirão Preto (SP), e conta com oito composições criadas pelos integrantes do grupo. O repertório próprio trafega por vertentes do jazz contemporâneo. O Ludere nasceu a partir da amizade musical entre Philippe Baden Powell e Rubinho Antunes, que se conheceram em Paris, em 2011. No Brasil, juntaram-se aos músicos Bruno Barbosa, de Ribeirão Preto, e Daniel de Paula, de Santo André (SP), para um projeto de shows pelo país, que resultou na criação do quarteto e do disco de estreia. O primeiro trabalho ganhou repercussão positiva na crítica especializada em 2016, além de render turnês por festivais do Brasil e apresentações no circuito SESC. O quarteto se apresentou em respeitados festivais em 2017, como o Ilha Bela In Jazz e Sampa Jazz Fest, além de importantes palcos, como Blue Note Rio e SESC Copacabana. Na primeira turnê internacional, este ano, o primeiro show foi em Moscou durante a Copa do Mundo. Depois, Paris (onde os músicos se apresentaram no conceituado jazz club Duc Des Lombards), Porto (na Casa da Música), Londres (no tradicional jazz club Ronnie Scott’s) e Basel, na Suíça (onde o quarteto fez 4 shows no Birds Eye Jazz Club). As apresentações irão resultar num disco ao vivo com gravações ao vivo a ser lançado no primeiro semestre de 2019. O primeiro disco, Ludere, pode ser ouvido nos principais canais digitais de música. Já o novo disco, “Retratos”, está disponível para audição nas plataformas digitais e download no site do selo Blaxtream no link: https://www.blaxtream.com/ludere.

VIRGÍNIA RODRIGUES & GRUPO (BA) A voz potente de Virgínia Rodrigues tem a força de um canto ancestral. Com 21 anos de carreira e reconhecida internacionalmente, a cantora baiana encerra a terceira edição do PIRI JAZZ FESTIVAL. Seu canto tem influência de música clássica, samba e jazz, e as letras fazem referências a entes do candomblé e umbanda. A voz grave atinge desde notas agudas até tons mais graves, com extensão e melodia. Seu mais recente álbum, o quinto da carreira, é “Mama Kalunga”, referência em cultura africana. Em 2016, o CD foi indicado como Melhor Disco no 27º Prêmio da Música Brasileira e Virgínia ganhou o prêmio de melhor cantora. A história da cantora ficou tão conhecida no exterior que os jornalistas americanos a apelidaram de Cinderela brasileira. Ex-manicure, já no lançamento de seu primeiro disco, realizou turnês pelos Estados Unidos e Europa. De origem humilde, sua formação musical se deu em corais de igreja e do que ouvia em seu rádio de pilha. Com uma sofisticação musical sem igual, aliada ao despojamento e intensa energia de palco, a cantora emociona a plateia com seu canto poderoso e aveludado, que transita entre o erudito e o popular.

Local

Rua do Rosário

Voltar à Agenda